ECA Digital (Lei 15.211/2025) em vigor desde março de 2026

Seu filho aparece nas redes sociais — no canal dele ou no seu? Sem alvará judicial, essa renda pode ser bloqueada a qualquer momento.

Desde o ECA Digital, toda família que monetiza conteúdo com participação de crianças e adolescentes precisa de autorização judicial — seja um perfil dedicado ao seu filho, seja o seu próprio perfil de mãe ou pai influenciador. Instagram, YouTube e TikTok já estão exigindo o documento — e suspendendo quem não apresenta.

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No diagnóstico gratuito, você descobre:

  • Se o seu caso se enquadra na exigência do ECA Digital
  • O que está faltando para você ficar regular
  • Qual o caminho e o prazo realista para o alvará
  • Quanto custa regularizar a sua situação
Material gratuito

Checklist: o seu caso precisa de alvará judicial?

Baixe o checklist gratuito da Dra. Shirlene Martins e descubra, em poucos minutos, se a exposição do seu filho — no canal dele ou no seu — já se enquadra na exigência do ECA Digital.

  • Os critérios que a lei usa para definir "habitualidade"
  • Os sinais de que a plataforma pode te notificar em breve
  • O que fazer imediatamente se o seu caso se enquadrar
Dra. Shirlene Martins
Dra. Shirlene Martins Advogada especialista em Direito Digital e Infantojuvenil · Criadora de conteúdo · Mãe que também usa a imagem dos filhos nas redes
A lei mudou

Isso mudou de verdade — e vale para os dois perfis de família

Se o seu filho aparece com frequência no seu perfil, canal ou conteúdo monetizado — mesmo que só em alguns vídeos, mesmo que a conta seja sua — você provavelmente já está dentro da nova regra.

A Lei 15.211/2025, o ECA Digital, entrou em vigor em 17 de março de 2026 e trouxe uma exigência que pegou milhares de famílias desprevenidas: autorização judicial (alvará) para monetizar ou impulsionar conteúdo com crianças e adolescentes de forma habitual. Desde junho, as próprias plataformas passaram a cobrar esse documento diretamente de quem cria conteúdo.

Perfil 1

Seu filho é o protagonista do conteúdo

Seu filho tem canal, perfil ou conteúdo pensado e produzido para ele — rotina, desafios, brincadeiras, unboxing, vlogs gravados especialmente para as redes. É o influenciador mirim propriamente dito.

Perfil 2

Você é quem cria, e seu filho aparece no seu conteúdo

Você é a criadora ou o criador — maternidade, paternidade, rotina da casa, vlog da família — e seu filho aparece com frequência dentro desse conteúdo, mesmo sem ter perfil próprio.

Para a lei, o que importa não é de quem é o perfil. É se a exposição da criança é habitual e está associada à monetização.

  • Meu conteúdo se enquadra como "habitual" pela lei, mesmo sendo eu quem aparece mais?
  • Se a plataforma me notificar amanhã, eu tenho o alvará pronto?
  • Quanto tempo minha família aguenta sem essa renda, se a conta for suspensa?
Riscos reais

O que acontece com quem não se regulariza

Bloqueio da monetização — e depois, da conta

Ao ser notificado, você tem até 20 dias para apresentar o alvará. Sem o documento, a plataforma suspende a monetização imediatamente — e o bloqueio total da conta pode ocorrer em até 10 dias depois disso.

Perda de renda da noite para o dia

Para famílias que vivem, total ou parcialmente, da renda gerada por conteúdo em que os filhos aparecem — seja no canal deles, seja no seu —, a suspensão não é um detalhe burocrático — é o fim abrupto de um sustento.

As plataformas não têm margem para flexibilizar

A Justiça já aplicou decisões que obrigam grandes plataformas a fiscalizar com rigor — com multas de até R$ 50 mil por dia por criança em situação irregular, revertidas ao Fundo da Infância e Adolescência (FIA). É essa pressão que faz Meta, TikTok e YouTube bloquearem contas sem hesitar.

Responsabilidade também para quem contrata

Marcas e agências que fecham publicidade com criadores — influenciadores mirins ou pais/mães influenciadores — cujo conteúdo expõe crianças e adolescentes sem o alvará podem responder solidariamente por danos, o que já está afastando parcerias de quem não está regularizado.

Fiscalização do Ministério Público do Trabalho

Quando a atividade envolve frequência, monetização e expectativa de retorno financeiro em torno da criança — mesmo que o perfil seja o dos pais —, ela pode ser enquadrada como trabalho infantil artístico, a mesma lógica já aplicada a crianças atrizes na TV.

Por que o alvará importa

Não é só sobre não ser bloqueado. É sobre proteger o seu filho.

O alvará judicial não existe para burocratizar a vida de quem cria conteúdo em família — ele existe para garantir que a criança seja protegida enquanto a família trabalha, seja o conteúdo centrado nela ou construído em volta da rotina de quem posta.

  • Desenvolvimento escolar preservadoComprovado formalmente no próprio pedido de alvará.
  • Carga horária e condições compatíveis com a idadeO processo formaliza limites claros para a rotina de gravação.
  • Proteção financeira do seu filhoEm boa parte dos casos, no mínimo 50% da renda gerada fica reservada em poupança ou investimento em nome da criança, disponível só na maioridade.
  • Segurança jurídica para vocêCom o alvará em mãos, marcas negociam com mais confiança e as plataformas não têm motivo para suspender sua conta.

Em resumo

Ter o alvará não é apenas cumprir a lei — é garantir que o que seu filho constrói (ou o que constrói ao seu lado) hoje esteja protegido para ele amanhã.

A solução

Diagnóstico gratuito: descubra se você precisa do alvará

Você não precisa decifrar a lei sozinha — nem descobrir sozinha se o seu caso se enquadra. Em uma conversa rápida pelo WhatsApp, eu analiso sua situação, seja ela um canal do seu filho ou o seu próprio perfil de mãe ou pai influenciador, e te digo, sem enrolação, o que fazer a partir de agora.

  • Se o seu caso se enquadra na exigência do ECA Digital
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  • Quanto custa regularizar a sua situação
Quero saber se preciso do alvará

Sem compromisso. Sem letra miúda.

Como funciona

Do diagnóstico ao alvará em mãos

Diagnóstico gratuito

Conversamos pelo WhatsApp sobre sua rotina de criação de conteúdo e a exposição do seu filho — seja no canal dele, seja no seu.

Montagem do processo

Reúno a documentação necessária: natureza da atividade, plataformas, carga horária e garantias escolares — elaborado para não ser indeferido por falha técnica.

Protocolo na Vara da Infância

Peticiono o alvará junto ao tribunal competente, acompanhando cada etapa.

Alvará em mãos

Você recebe a autorização pronta para apresentar às plataformas — e sua monetização segue sem interrupções.

Dra. Shirlene Martins, advogada especialista em Direito Digital e Infantojuvenil
Quem te orienta

Entende a lei — e vive a sua rotina

Eu sou advogada e também sou mãe que cria conteúdo com meus filhos nas redes sociais. Não estou falando sobre um tema que só conheço nos livros — estou falando sobre uma realidade que também é minha, seja ela parecida com a de quem monta um canal para o filho, seja com a de quem, como eu, cria o próprio conteúdo com os filhos por perto.

"Sei o que é depender dessa renda, sei o peso de expor a rotina da família, e sei exatamente o que a lei exige — porque atuo com isso tanto na advocacia quanto na minha própria vida digital."

Advogada — Direito Digital & Infantojuvenil Mãe e criadora de conteúdo
Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Isso vale só para canais feitos especialmente para a criança, tipo um "perfil de criança"?
Não. A lei não olha para quem é o "dono" do perfil — olha para a frequência com que a criança aparece e se essa exposição está associada a monetização. Isso inclui tanto o canal ou perfil do seu filho quanto o seu próprio perfil de mãe ou pai influenciador, se ele aparece regularmente no seu conteúdo.
Isso vale só para quem tem muitos seguidores ou fatura alto?
Não. A lei considera a habitualidade da exposição e a existência de monetização — não o tamanho da conta. Contas menores também são notificadas.
Meu filho aparece só às vezes, ainda preciso do alvará?
Depende da frequência e do vínculo com a monetização. É exatamente isso que avaliamos no diagnóstico gratuito.
Quanto tempo demora o processo?
Varia conforme a vara e a completude do pedido — pedidos malfeitos são indeferidos e atrasam ainda mais. Por isso a montagem correta da documentação, desde o início, é o que evita meses sem monetização.
Vou perder o controle da minha conta enquanto o processo tramita?
Não. Você continua postando normalmente. O alvará regulariza a monetização — não interrompe sua atividade nas redes.
Quanto custa?
Isso é definido após o diagnóstico gratuito, de acordo com a complexidade do seu caso.

Antes que a plataforma te notifique, regularize por conta própria.

A diferença entre agir agora e agir depois de um bloqueio é simples: agora, você tem tempo para fazer certo. Depois, você está correndo atrás de uma renda que já parou de entrar.

Falar agora com a Dra. Shirlene no WhatsApp